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Não sei exatamente o que aconteceu. É como se minha voz -assim como minhas letras - devagarinho, quase impercetível, tivessem se calado. É como se a poesia - a qual outrora tanto apreciei - adormeceu em mim, e nega -se a acordar.
Ela ainda existe, eu acredito que sim, mas por enquanto silenciosamente ela dorme.
E difícil falar de poesia com uma boca que já pouco fala de amor.
Ange de Souza




