Nos lençóis da cama sinto o teu perfume,
Que paira saudoso neste quarto vazio,
Já fazem tempos que você se foi,
Deixando saudoso até os lençóis de linho.
O sonho que, nesta cama lento adormeceu,
Nega-se acordar, nega-se que morreu,
Ele adormecido prende todo o perfume,
Que exalou de nós... você e eu.
© Ange de Souza
Google Imagem
